Sexta-Feira, 9 Maio 2008.
Energy no Glamurama
Agência Energy, do Grupo Newcomm, tem lançamento no Buddha Bar, dia 6, em São Paulo. Confira as Fotos
Agência Energy, do Grupo Newcomm, tem lançamento no Buddha Bar, dia 6, em São Paulo. Confira as Fotos
O mundo da publicidade vive algo que os do ramo já sabem, mas que segue desconhecido do grande público: “uma profunda crise de identidade”. A definição do que é tão claro para uns poucos e desconhecido para a grande maioria é de Paulo Guerchfeld, agora presidente da nova agência de publicidade, Energy.
A Energy é parte da holding Newcomm, que tem como CEO Roberto Justus. Guerchfeld terá a seu lado o também publicitário Vitor Knijnik, como ele originário da DEZ, empresa nascida e tocada em Porto Alegre desde 1993 por jovens gaúchos. A DEZ, com Guerchfeld e Knijnik, já está há cinco anos em São Paulo na parceria com Justus.
O presidente da Energy entende que a vertiginosa multiplicação de agências de publicidade no mundo embota o que deveria ser a pedra de toque na publicidade: a idéia. Segundo ele, as agências, em busca exagerada por oferecer todo e qualquer tipo de serviço, deixam de estudar e entender seus clientes e optam por uma propaganda “tática, mas não estratégica”.
Assim, as agências tentam se adaptar à comunicação contemporânea, que conta com uma infinidade de tipos de mídia, e neste esforço, naufraga ainda mais a forma tradicional de propaganda. Guerchfeld diz:
- Os bureaux de mídia (reserva de grande parcela do espaço publicitário em um veículo) são uma realidade inexorável. Virão para o Brasil e isso fará com que haja um colapso das agências de propaganda. A venda de espaço de mídia, hoje compete apenas às agências, mas isso é completamente anacrônico.
Guerchfeld avalia que as novas agências devem instalar um modelo de “alfaitaria” de publicidade, em que o serviço seja prestado a cada cliente com exclusividade, numa operação de ponta a ponta:
- Todas as agências dizem que fazem de tudo, o que não pode ser verdade, ninguém vai ser bom em tudo - constata o publicitário.
Leia abaixo íntegra da entrevista com Paulo Guerchfeld.
Terra Magazine - Neste vasto mundo da publicidade e propaganda, o que está levando empresas a buscarem outro caminho, recriarem o caminho? Paulo Guerchfeld - Uma profunda crise de identidade nas agências de propaganda…
Apenas no Brasil?
Não, em todo o mundo. À medida que a gente tem uma mudança radical da quantidade de veículos e mídias disponíveis. Há 20, 30 anos trás, propaganda se resumia a fazer televisão, rádio, anúncios e outdoors, basicamente isso. Hoje a gente tem mais de 200 tipos diferentes de mídia, desde o merchandising até o mais sutil esforço de comunicação, que você nem percebe como comunicação. Nesse processo de adaptação, pelo desgaste da forma tradicional da propaganda…
Ela já não é mais “notada”, digamos assim?
Deixou de ser tão estratégica como era nos tempos áureos dos ícones da propaganda brasileira. Começou a ter um profundo desgaste da imagem das agências por uma série de motivos, e começou a se criar uma indústria do factóide, que é o que chamo de “nomes estrambóticos”.
Me dá um exemplo de o que é isso, indústria do factóide.
Por exemplo, uma determinada agência tradicional diz que está se digitalizando. Cá entre nós, o mundo está se digitalizando. Isso é chover no molhado, evidente. Ou então o seguinte: “agora somos os mais capacitados para trabalhar para a mídia digital”. O mundo todo é digital.
Quer dizer, em grande parte isso tem a ver com a transformação desse mundo da internet.
Sem dúvida. Antigamente, quando se falava em fazer um filme para a televisão, você contratava, por exemplo, o Fernando Meirelles - que é um grande diretor brasileiro. Nunca nenhuma agência teve o Fernando Meirelles dentro da sua estrutura. Nós pensamos que cada uma dessas novas mídias têm os seus fernandos meirelles. Tem o cara maravilhoso para criar banner na internet, tem o cara bacana para programar iflash, tem uma turma de jovens na Inglaterra que está fazendo uma pesquisa diferente, de um jeito diferente. Então, em vez de ficar “bulshitando” no mercado que as agências estão se reformatando, a nossa decisão foi: “vamos voltar para as origens. Qual é a origem de tudo?” A origem é - digo ainda, vem da aversão nossa a esses factóides, que às vezes você espreme, espreme, espreme e continua tudo igual - vamos voltar à origem e trabalhar em dois pilares.
O primeiro deles: precisa tratar de entender os clientes com seriedade, profundidade. Tem que ter intuição e tem que ser analítico com as informações disponíveis. E ser incansável nisso. A partir daí a gente vai conseguir fazer a segunda pilastra, que é a… idéia. E a idéia, tanto faz se é para cinema, internet, jornal ou para mídia aeroespacial. A idéia é um conceito que vai se desdobrar nos mais diversos métodos. Eu não preciso ter dentro da empresa o cara que faz serigrafia em borboletas. Vou buscar o que for necessário, mas a idéia tem que sair da agência. O que a gente tem visto no mercado, pela falta de profundidade em entender os clientes, as idéias acabam sendo táticas e não estratégicas. O pessoal acaba dizendo; “ah, eu tenho um modelo aqui na minha agêcnia, e agora eu quero trabalhar com arte, exclusivamente com arte”. Isso é uma bobagem, é uma das ferramentas possíveis.
Essa crise é de identidade e, por conseqüência, financeira e econômica. O “bureau de mídia” tem relação com a crise ou já está na prática acontecendo?
Os bureaux de mídias trabalham em todos os países do mundo, à exceção do Japão e do Brasil. São os dois únicos mercados que conseguiram resistir à presença dos bureaux de mídias.
E não são jabuticabas, como dizia o outro: “O que só tem no Brasil e é legítimo é jabuticaba”.
Exatamente. Os bureaux de mídia, infelizmente, são uma realidade inexorável. Virão para o Brasil e isso fará com que haja um colapso das agências de propaganda. Isso já aconteceu em mercados do lado, como o da Argentina recentemente. Há muitos anos atrás, começou pelos Estados Unidos. Aí as agências deixarão de ser agências, porque o nome agência vem de agenciamento, ou seja, intermediação, venda. Venda de quê? De espaço em mídia. Eu não faço mais venda de espaço em mídia! Eu também recomendo uma estratégia de mídia, que circunstancialmente, pela inexistência dos bureaux, e pela legislação do nosso setor, eu tenho que fazer. Ninguém mais pode fazer a compra de mídia a não ser as agências. Mas isso é completamente anacrônico.
Também por isso, esse novo caminho múltiplo?
Sim, está todo mundo dizendo que faz tudo. Chupa bala, pirulito, chupa cana e faz malabarismo, tudo ao mesmo tempo. O que não pode ser verdade, ninguém vai ser bom em tudo. O nosso objetivo é ser bom na idéia.
Terra Magazine
Já estão em nosso flickr as fotos do evento de lançamento da Energy, que foi celebrado nesta terça-feira com um almoço no Buddha Bar da Vila Daslu.
São Paulo, 7 de Maio de 2008 - O Grupo Newcomm, que congrega empresas de comunicação, lança a Energy, agência de publicidade que se sustenta no conceito de “atendimento diferenciado”, segundo palavras de Paulo Guerchfeld, presidente da nova companhia. “Não estamos inventando a roda, mas apostamos em uma nova postura perante o cliente. Um atendimento personalizado, customizado”, diz o executivo.
A Energy substitui a Dez Brasil, agência que já fazia parte do Grupo Newcomm.
(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 4)(Sheila Horvath)

O Grupo Newcomm amplia sua atuação no mercado nacional com o lançamento de sua sétima empresa, a Energy. A companhia já mantinha uma participação minoritária na operação da Dez Brasil, agência comandada pelos profissionais Paulo Guerchfeld e Vitor Knijnik e que agora passa a ser controlada totalmente pela multinacional de comunicação sob a nova denominação. Apesar do negócio, a Energy - que conta com 14 clientes em sua carteira - terá atuação e estrutura independentes do Grupo, e a expectativa é crescer 50% nos próximos dois anos.
“O mundo da comunicação tem mudado de uma forma vertiginosa, e para nós, descobrir novas formas de retorno é uma obrigação”, afirma Roberto Justus, ceo da holding Newcomm - que além da Energy, controla as agências Y&R, LongPlay, Wunderman, New Content, Ação Produções Gráficas e Pepper. Apesar de sua independência junto à companhia, a nova empresa incrementa sua atuação com a possibilidade de utilizar as ferramentas de mídia da Y&R. Dessa forma, o logo da empresa traz a assinatura “Powered by Y&R”.
“Não somos uma agência de propaganda, e sim de comunicação voltada para a busca das melhores idéias para os clientes. E esse é um momento desafiador do mercado devido à crise de identidade das empresas”, afirma Guerchfeld, ao recusar denominações freqüentes do cenário publicitário como 360º, below-the-line, neutral media, entre outras.
Além dos clientes que já eram atendidos pela Dez Brasil, a Energy inicia as atividades com duas novas contas: a companhia mexicana de eletrodomésticos Mabe - que detém as marcas Dako e GE, e da empresas de bebidas alcoólicas Bacardi.
Fonte: meio&mensagem.
Prestes a completar 10 anos de mercado, o Grupo Newcomm lança a Energy, agência que surge no lugar da Dez Brasil.
“A agência nasce de uma minuciosa pesquisa nos mercados internacionais, realizada pela Young & Rubicam Brands, e terá formato híbrido, meio consultoria, meio agência de comunicação”, diz texto que apresenta a Energy.
“A gestão de negócios ganha cada vez mais ênfase na publicidade, em nível mundial, e a Energy foi configurada para adequar-se aos clientes como uma extensão das diversas áreas do negócio – Marketing, RH, Vendas, Relações Internacionais e Relações com os Investidores -, estabelecendo canais de comunicação com os públicos-alvo de cada uma delas”, comenta Roberto Justus, ceo da holding.
A Newcomm controla hoje as agências Y&R, LongPlay, Wunderman, New Content, Ação Produções Gráficas, Pepper e a nova Energy, que traz a assinatura “Powered by Y&R”, evidenciando seu vínculo com a Young & Rubicam Brands.
Ainda de acordo com Justus, a decisão de investir em uma agência ligada à Y&R surgiu em meados de 2007. Desde então, os públicitários Paulo Guerchfeld e Vitor Knijnik, sócios da Dez Brasil, foram convidados a participar da configuração da operação.
Leia na íntegra. Notícia do CCSP.

Guerchfeld, Justus e Knijnik: novo projeto.
mais nova empresa do grupo Newcomm e terceira marca internacional da Y&R Brands no Brasil, a Energy surge como um misto de consultoria e agência propondo ser uma extensão de áreas de negócio de seus clientes. Depois de pesquisa me mercados mundiais, Roberto Justus, presidente do grupo Newcomm aposta no formato, explicando que o mercado atual exige parceiros que se posicionem como um canal entre as áreas de marketing, vendas e RH e os seus vários targets. A tarefa de comandar esse novo projeto foi confiada a Paulo Guerchfeld e Vitor Knijnik, ex-sócios da Dez Brasil, que dá lugar à Energy. Criada há cerca de 15 anos em Porto Alegre, a Dez já pertenceu à holding Total de Eduardo Fischer e após a separação dos sócios originais adotou o sobrenome Brasil e se incorporou ao grupo Newcomm. Guerchfeld e Knijnik comemoram a oportunidade de comandar esse novo projeto e ganhar a assinatura Powered by Y&R. Como disse Guerchfeld na apresentação da empresa, além dos antigos clientes da Dez, como TAM, Asics, Roche, Shopping Eldorado e Vedacit, somam-se ao portfólio da Energy as marcas Mabe, de eletrodomésticos, e Bacardi.
Fonte: Blog do Adonis.
Nesse anti-viral gênero musical, não tem uma daquelas dancinhas que pegam. É uma vaquinha que fica balançando, nada demais. Depois ela continua, tem mais um pouco, aí acaba. Nem se compara com o Créu.
Se quiser ver mais vídeos da nossa campanha, visite nosso canal.
Carregado por GuiCury às 16:30 - 5 Volts »
Aparelhagem Curto circuito
Nossa imobilização foi um grande sucesso!
Obrigada a todos pela ausência, a falta de pessoas superou todas as expectativas.
Nossos fotógrafos registraram cada momento do nosso grande evento, confira algumas fotos abaixo.


Em breve, mais um anti-flash mob da Energy para vocês.
Carregado por Victor Britto às 17:28 - 2 Volts »
Aparelhagem Curto circuito

A Energy estréia ao público com uma sensacional ação anti flash mob pela ausência de todos. Ninguém precisa aparecer no vão livre do Masp, não vai ter a dança do Créu. No dia 30, não compareçam! E aguarde também para não ser convidado para o nosso próximo evento.
Carregado por Victor Britto às 18:02 - 7 Volts »
Aparelhagem Curto circuito
Energy é mais que um nome.
É o melhor que uma agência de comunicação tem para emprestar
aos seus clientes.
Nós fazemos parte dos maiores grupos de comunicação do Brasil e do mundo e contamos com as melhores ferramentas que existem. E estamos aqui para energizar sua marca.